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História | Megalítico Património e Paisagem

A freguesia de Redondo é particularmente rica em vestígios de ocupações passadas, que podemos remontar a vários milhares de anos atrás.

Destas, as construções megalíticas, mais conhecidas por Antas, constituem, Hoje como Ontem, uma das mais expressivas marcas humanas na paisagem local e regional.

Foram identificados cerca de 50 monumentos deste tipo em toda a freguesia, a maioria dos quais conhecidos das populações locais, que os povoa de mitos e lendas, integrando-os na paisagem humana actual.

Na realidade, as antas são construções humanas, dos IV e IIIº milénio antes de Cristo, destinadas a sepultar os mortos; eram normalmente constituídas por uma edificação em pedra, com um corredor e uma câmara sepulcral, que hoje se conserva de modo diverso, que eram cobertos com uma grande camada de terra e pedra, formando uma pequena elevação, raramente conservada hoje em dia. Desde o século XVI que são conhecidos relatos destes monumentos no Redondo, destacando-se de entre todos a Anta da Candeeira, que viria a ser visitada no final século XIX pelo ilustre arqueólogo francês Émile Cartailhac, após ter sido dada a conhecer por Gabriel Pereira, que também noticiou a existência da Antas da Vidigueira e do Colmeeiro.

Em 1910, estes três Monumentos foram classificados como Monumento Nacional.

Na década de 40 do século XX, a visita do casal alemão Georg e Vera Leisner conduziu a um maior conhecimento do megalitismo local com a identificação de mais de uma dezena de monumentos.

Na freguesia de Redondo, a área envolvente à aldeia do Freixo é a que apresenta um maior número de monumentos conhecidos, tendo sido identificado um número menor entre a vila do Redondo e a Aldeia da Serra.

 

 
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